A vida, seja dentro de casa ou fora dela, está cada vez mais digitalizada e conectada. Porém, é necessário se proteger de ameaças, como o malware, nesse ambiente virtual. Mas, você sabe o que é malware?
O primeiro passo para melhorar sua segurança digital é conhecer os perigos e saber quais as melhores práticas no uso da internet e dos dispositivos.
Sendo assim, nos acompanhe nessa leitura que pode lhe ajudar a ficar do lado seguro da conectividade!
Índice
Qual o significado de malware?
O nome já é bastante popularizado hoje, embora poucas pessoas saibam realmente o que ele significa. Para acabar com o mistério, vale dizer que o conceito tem sua origem na língua inglesa.
Na realidade, é uma abreviação do termo software malicioso, que em inglês é “malicious software”. Ou seja, todo programa ou código com intenção de prejudicar um sistema ou usuário é, portanto, um malware.
Porém, uma dúvida bastante comum quando abordamos esse assunto é se o malware é um vírus, e a resposta não é tão simples.
Enquanto todos os vírus são, sim, malwares, nem todo malware é um vírus. A princípio, essa questão está muito atrelada ao objetivo desse software malicioso.
Se ele foi criado com um propósito ou destino único, ele não precisa ser espalhado para muitos sistemas e computadores. Em outras palavras, não precisa ser um vírus.
Conheça os tipos mais comuns de malware
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É um código criado para alterar o funcionamento de celulares, computadores e tablets. Foi justamente por conseguir disseminar o problema rapidamente entre sistemas que o vírus recebeu esse nome análogo à infecção no corpo humano.
Ele é capaz de modificar a configuração dos dispositivos e, em muitos casos, conceder o controle aos criminosos, que, por sua vez, podem roubar os dados.
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Em português, a palavra quer dizer “verme” ou “minhoca”. Ele se propaga pela internet e chega até o computador através de uma falha de segurança, que pode ser tanto do sistema operacional (OS) quanto de algum aplicativo.
A diferença entre vírus e worm é que o primeiro necessita de um programa hospedeiro ou um OS ativo. Já o worm é um software malicioso autônomo, que consegue se replicar e se disseminar sem ajuda.
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Outra variante muito conhecida é o Cavalo de Troia, que exige uma ação do usuário para que seja instalado. Então, seja na abertura de um anexo de e-mail infectado ou por um download de um programa falso, ele é instalado na máquina.
Aliás, quase sempre isso acontece graças a técnica conhecida como phishing, que consiste na criação de sites falsos que imitam os originais.
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O termo que significa “porta dos fundos” remete à ameaça que dá ao cibercriminoso controle remoto do computador, devido à exploração de uma brecha na segurança.
Com isso, ele pode executar uma série de ações nocivas, como o download de outros malwares e o envio de dados do usuário.
Além disso, o backdoor também é utilizado para ataques de negação de serviço, conhecidos como “Denial of Service''. Nestes, os recursos de um sistema ficam indisponíveis por conta de sobrecarga.
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Um tipo bastante comum, o Adware é um programa que exibe anúncios em grande quantidade, de forma automática e sem permissão. Ele analisa a navegação do usuário e apresenta propagandas relacionadas, fazendo o navegador abrir sites com ads.
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Os downloaders ou “baixadores”, em português, são muito específicos. Eles têm a função de instalar outros malwares no computador, a serviço dos invasores.
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Pode ser traduzido como “software espião”, o spyware é um dos tipos mais perigosos e seu principal objetivo é o roubo de senhas. Ele recolhe informações do computador, como os sites visitados pelo usuário, e os envia aos criminosos.
Há ainda diferentes tipos de spyware, sendo alguns dos mais populares:
- Keylogger: captura senhas a partir do que é digitado pelo usuário,
- Screenlogger: identifica movimentos ao redor do mouse, favorecendo o roubo de senhas dos teclados virtuais.
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Mais conhecido como sequestro de dados, esse é um tipo de malware que constantemente cria situações que aparecem nos noticiários.
O golpe consiste em restringir o acesso do usuário ao seu computador ou a arquivos até que seja pago um resgate.
Além disso, em muitos casos, há ainda a ameaça de exposição dessas informações sensíveis na internet, o que fere inclusive a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais).
Por fim, o ransomware também pode ser utilizado pelos cibercriminosos para formar botnets — redes de computadores infectados.
Malware: o que é?
Como identificar um malware?
Conhecendo um pouco melhor os tipos de malware, é possível perceber que muitos deles agem de forma silenciosa. Se antigamente esses softwares maliciosos traziam claros sinais de que algo estava errado, hoje a ideia é oposta e o objetivo é permanecer escondido.
O computador e o smartphone infectados podem apresentar alguns sinais de alerta, como:
- Lentidão: mudanças na velocidade de um dia para o outro ou que não é justificada pelo tanto de memória ocupada;
- Novos apps: confira se há algo não instalado por você;
- Sumiço ou exclusão de arquivos: alguns vírus ocultam ou deletam arquivos e programas, porém isso pode começar por uma seleção menos utilizada, o que torna o processo menos perceptível;
- Anúncios em todos os lugares: navegação na internet está acompanhada de muitos ads, inclusive, com abertura de pop-ups;
- Maior consumo de internet e bateria: muitos malwares rodam em segundo plano, consumindo recursos dos dispositivos.
Como remover o malware?
Um dos grandes problemas do malware é que muitas pessoas ajudam a espalhá-lo, sem nem ao menos saber que estão com o dispositivo infectado. Por isso, é fundamental redobrar a atenção enquanto se está conectado.
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Até a próxima!
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